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terça-feira, 2 de dezembro de 2025

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Defesa diz que Bolsonaro não usou celular durante visita de Nikolas #redeluziânia #noticias


 

ALAP empossa novo membro: Dr. Jales Guedes Coelho Mendonça assume a Cade...

Dia da Árvore: ALAP celebra com plantio de um Tamboril no Parque Ecológico Toninho Roriz em Luziânia


 Neste domingo, 21 de setembro, foi celebrado o Dia da Árvore, data que em tempos de crise climática ganha ainda mais relevância como um chamado à conscientização sobre a importância das árvores para a vida no planeta. Para marcar a ocasião, os acadêmicos da Academia de Letras e Artes do Planalto (ALAP) se reuniram no Parque Ecológico Toninho Roriz, em Luziânia, para realizar o plantio de uma muda de Tamboril, árvore símbolo do município.

sexta-feira, 15 de agosto de 2025

Em todo o Brasil, Defensoria Pública realiza Dia D do 'Meu Pai Tem Nome' neste sábado (16/08)


cida de Goiânia, Trindade, Inhumas, Anápolis, Luziânia e Valparaíso de Goiás, sendo que, em Goiânia, a ação será na Unidade Marista e também na Unialfa, localizada na Avenida Perimetral Norte. Pessoas que residem em municípios onde não há Defensoria terão atendimento online, assim como pessoas em cumprimento de pena em unidades prisionais estaduais. Seja membro deste canal e ganhe benefícios: https://www.youtube.com/channel/UC2yfkUdSmJIpLcvnO09_LUA/join

LUZIÂNIA INICIA PREPARAÇÃO PARA O CANDANGÃO 2025 COM FOCO NO RETORNO À E...

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domingo, 1 de junho de 2025

Arley da Cruz toma posse na ALAP e reafirma compromisso com a cultura e a memória do Planalto Central



Por Rede Luziânia de Comunicação

Data: 01 de junho de 2025

Em uma cerimônia marcada por emoção, reverência à memória e reafirmação de compromissos culturais, o jornalista e comunicador Arley da Cruz foi empossado no último sábado (28) como novo membro da Academia de Letras e Artes do Planalto (ALAP), assumindo a Cadeira nº 18. O evento foi realizado na sede da Academia e contou com a presença de acadêmicos, familiares, amigos, artistas, professores, autoridades locais e representantes da sociedade civil comprometidos com a valorização da cultura e da história regional.

A ALAP é reconhecida como uma das mais importantes instituições culturais do Centro-Oeste, desempenhando, há décadas, um papel fundamental na preservação da memória artística, literária e histórica de Luziânia e do Planalto Central. Em um cenário marcado por rápidas transformações urbanas e sociais, a Academia tem sido o esteio de um patrimônio simbólico que corre o risco de ser perdido. Ali, resistem as vozes da literatura, da pintura, da música, da crônica, do teatro e da história oral, como trincheiras da identidade coletiva.

Em um discurso marcado por gratidão, reflexão histórica e compromisso com a cultura, Arley assumiu sua cadeira na Academia de Letras e Artes do Planalto (ALAP), emocionando os presentes com palavras que mesclam memória, identidade e esperança. Dirigindo-se ao presidente Eliezer Bispo, ele iniciou agradecendo a Jeová Deus pela vida e saúde, sua família, amigos e colegas, destacando a importância de sua esposa, Mary Helen, e de seus filhos, Heitor Eloi e Lídia de Paula.

A data de 1º de junho, início do outono, foi escolhida simbolicamente para marcar essa nova etapa. Arley descreveu a estação como um período de luz e friagem, metáfora das dualidades da vida — entre o calor das conquistas e a frieza das ausências; entre o brilho dos sonhos e as sombras do tempo. Sua fala seguiu com uma homenagem aos antecessores da Cadeira Nº 18, que tem como patrono Marciano Aguiar, homem público conhecido por sua generosidade e firmeza de caráter.

Arley relembrou Antônio Ribeiro Junior, o primeiro ocupante da cadeira, cuja ligação com Paracatu (MG) ecoa suas próprias raízes familiares. Com emoção, citou a memória de sua saudosa genitora, Maria Moreira da Cruz, também natural de Paracatu, reforçando os vínculos afetivos e históricos que entrelaçam sua história pessoal com os caminhos da cultura e da ancestralidade do Planalto Central.

Um dos momentos mais impactantes foi quando Arley destacou o papel da mão de obra negra na construção de Luziânia. Questionando a história oficial, ele afirmou: “Quem você acha que construiu todas as belas casas que resistem ao tempo? Foi mão de obra negra. Luziânia foi forjada por mão de obra negra.” Suas palavras trouxeram à tona uma narrativa muitas vezes esquecida, lembrando que a riqueza arquitetônica da região tem uma dívida histórica com o trabalho escravo.

Outro trecho significativo foi a menção ao Meteorito de Santa Luzia, de 1,9 tonelada, hoje no Museu de Astronomia do Rio de Janeiro. O fato serviu como símbolo da conexão entre Luziânia e o universo, mas também como crítica à perda de patrimônios locais para instituições distantes. Arley ainda enalteceu o trabalho da ALAP, destacando a importância da cultura como força viva e coletiva, dizendo: “A Academia só existe por causa das pessoas. A cultura é nossa vida.”

O discurso se encerrou com versos de Antonio Machado e Chico César, além de uma citação de Cora Coralina sobre resistência e escolhas. “Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar”, disse, sintetizando sua mensagem de esperança. Suas palavras não apenas celebraram sua posse, mas também reforçaram o papel da cultura como alicerce para a identidade e o futuro do Planalto Central.

A saudação ao novo acadêmico foi feita pelo confrade José Álfio da Silva. Ao destacar a importância da ALAP no contexto histórico e cultural de Luziânia, afirmou:

“Muitos a colocaram como ideário de contenção do ciclo renovador que se interiorizava pelo espaço geográfico e ideológico da cidade através da construção de Brasília, e muitos a instrumentalizaram como dique harmonizador dessas variantes culturais. Entretanto, lanço a pergunta: o que seria da nossa arte, se não fosse a Academia? Ruiria como os carcomidos esteios da aroeira, que suportam o peso do velho telhado sobre as paredes desbotadas e trincadas da arquitetura vernacular?”

Ele também recordou os feitos históricos da instituição, citando artistas como Amauri Meneses, Aluísio Santana e D.J. de Oliveira, e exposições realizadas na casa que marcaram época, atraindo estudantes e colecionadores como Terezinha Roriz, Dilermando Meireles, Edézio Machado, Dr. Cecílio, Dr. Lincoln Magalhães, Jarbas Marques e Gastão Leite.

José Álfio também compartilhou um momento histórico ao lado de Arley, relembrando o trabalho conjunto de mapeamento e diagnóstico dos casarões históricos da cidade, no início dos anos 2000:

“Saímos pelas ruas com prancheta e máquina fotográfica na mão, visitando a maioria dos casarões. O resultado foi surpreendente. Produzimos um dossiê, verdadeiro registro da nossa paisagem. Muitos daqueles casarões foram demolidos. Mas o que fizemos foi semear a preservação.”

Durante seu pronunciamento, Arley ainda homenageou os antigos ocupantes da Cadeira 18 — Antonio Ribeiro Junior, Olinda Rocha Lobo e Elisete Alves dos Santos Costa — e resgatou aspectos importantes da formação cultural de Luziânia, como a contribuição da população negra na construção da cidade e a queda do histórico Meteorito de Santa Luzia em 1922.

Arley agradeceu a servidores da ALAP — Valquíria, Marília e Nailia — e ao ex-presidente Tiago Machado, que o incentivou a integrar a Academia. Também relembrou com emoção as lições de seu pai, o fotógrafo Lídio Pereira Junior, e o início de sua carreira como repórter e fotojornalista, que culminou na fundação da Rede Luziânia de Comunicação.

Estiveram presentes na solenidade o ex-vice-prefeito Didi Viana e sua esposa, a ex-vereadora Cassiana Tormin, o professor da UEG Adalberto Félix, além de outros intelectuais, jornalistas e educadores que reconhecem a importância da ALAP no contexto regional. Após a cerimônia, os acadêmicos teceram comentários elogiosos ao discurso de Arley da Cruz, destacando sua sensibilidade, conhecimento das causas culturais e profunda conexão com a memória viva da cidade.

Ainda durante a sessão, foi aprovada a entrada da Dra. Janaína Costa Vecchia de Castro como nova membra da Academia, cuja posse está prevista para os próximos meses.

Encerrando a cerimônia, os presentes se confraternizaram com um coquetel no salão da ALAP, celebrando o fortalecimento da instituição e o compromisso renovado com a valorização da arte, da literatura e da história do povo luzianiense e do Planalto Central.

quarta-feira, 5 de março de 2025

HINO DE LUZIÂNIA (HINO DE SANTA LUZIA) VERSÃO IA


Luziânia, cidade histórica do estado de Goiás, conhecida por sua rica cultura e tradições, ganha uma nova versão de seu hino municipal, composto por Gelmires Reis (letra) e Antônio Março de Araújo (música). A Rede Luziânia de Comunicação, sempre à frente das inovações, utilizou ferramentas de inteligência artificial para criar uma releitura exclusiva do tradicional Hino de Luziânia, mantendo viva a essência da obra que celebra as belezas e grandezas da cidade.

O hino, que exalta a natureza, a história e a prosperidade de Luziânia, foi composto em versos poéticos que retratam a devoção à padroeira Santa Luzia, as riquezas naturais, a fertilidade do solo e o orgulho de seus habitantes. Agora, com a ajuda da tecnologia, a melodia ganhou novos arranjos, modernizando-se sem perder a identidade que emociona gerações.

A letra que encanta e inspira

A letra do Hino de Luziânia, escrita por Gelmires Reis, é um verdadeiro poema de amor à terra natal. Repleto de imagens poéticas, o texto celebra a luz da lua, as matas, os vales, as cascatas e a riqueza do solo que produz frutos como a melancia, a cana-de-açúcar e o café. Além disso, o hino faz referência às jazidas de ouro, um símbolo da riqueza mineral da região, e à história de glória que a cidade carrega.

Trechos como "Viva o fulgor de tanta glória / Que a voz da história sempre irradia" e "Na minha Terra há grandes matas / Vales, cascatas, sons de harmonia" demonstram o orgulho e a reverência aos encantos naturais e culturais de Luziânia. A repetição de "Santa Luzia" ao final de cada estrofe reforça a devoção à padroeira, que dá nome à cidade.

A música que ganha nova vida

A melodia original, composta por Antônio Março de Araújo, sempre emocionou os luzianienses em eventos cívicos e comemorativos. Agora, com a intervenção da inteligência artificial, a Rede Luziânia de Comunicação trouxe uma nova roupagem à obra, respeitando sua essência, mas agregando elementos contemporâneos que a tornam ainda mais impactante.

A versão criada com IA combina harmonias tradicionais com sons modernos, resultando em uma experiência auditiva que agrada tanto aos mais antigos quanto às novas gerações. A iniciativa é um exemplo de como a tecnologia pode ser usada para preservar e revitalizar a cultura local.

Uma homenagem à cidade e sua história

A criação dessa nova versão do hino é mais do que uma inovação tecnológica; é uma homenagem à história e ao povo de Luziânia. A cidade, fundada em 1746, tem uma trajetória marcada pela fé, pela luta e pelo progresso. O hino, em sua forma original ou na nova versão, continua a ser um símbolo do amor e do respeito pelos valores que moldaram a identidade luzianiense.

A Rede Luziânia de Comunicação reforça, com essa iniciativa, seu compromisso em valorizar a cultura local e em utilizar ferramentas modernas para manter vivas as tradições que tanto orgulham a população. A nova versão do hino já está disponível nas plataformas digitais da rede, pronta para emocionar e inspirar todos os que amam Luziânia.

Confira a letra completa do Hino de Luziânia:

Em versos lindos  
Cantar quisera  
Ai! Quem me dera  
Toda magia  
Todos encantos  
De minha Terra  
Santa Luzia  
Santa Luzia  

No quadro grande  
Da criação  
Divina mão  
Deu primazia  
Para as belezas  
Do meu Torrão  
Santa Luzia  
Santa Luzia  

Viva o fulgor  
De tanta glória  
Que a voz da história  
Sempre irradia  
Dos grandes feitos  
Do Berço Amado  
Santa Luzia  
Santa Luzia  

Na minha Terra  
A lua branca  
Tem luz mais franca  
Mais poesia  
Quando cintila  
Num céu de opala  
Santa Luzia  
Santa Luzia  

Na minha Terra  
Se a noite é escura  
No céu fulgura  
Com galhardia  
Esteira linda  
De mil estrelas  
Santa Luzia  
Santa Luzia  

Viva o fulgor  
De tanta glória  
Que a voz da história  
Sempre irradia  
Dos grandes feitos  
Do Berço Amado  
Santa Luzia  
Santa Luzia  

Na minha Terra  
Há grandes matas  
Vales, cascatas  
Sons de harmonia  
Nos cursos d'água  
Nos cantos d'aves  
Santa Luzia  
Santa Luzia  

O solo farto  
Da minha Terra  
Produz a vinha  
A melancia  
A cana doce  
O bom café  
Santa Luzia  
Santa Luzia  

Viva o fulgor  
De tanta glória  
Que a voz da história  
Sempre irradia  
Dos grandes feitos  
Do Berço Amado  
Santa Luzia  
Santa Luzia  

Produz também  
A marmelada  
Considerada  
Numa ambrósia  
Produz de tudo  
Para o sustento  
Santa Luzia  
Santa Luzia  

No sub solo  
Dormem jazidas  
Enriquecidas  
De alta valia  
Milhões de ouros  
Por toda parte  
Santa Luzia  
Santa Luzia  

Viva o fulgor  
De tanta glória  
Que a voz da história  
Sempre irradia  
Dos grandes feitos  
Do Berço Amado  
Santa Luzia  
Santa Luzia  

Cantar não pude  
Em versos lindos  
Os dons infindos  
Como eu queria  
De minha Terra  
Amada e bela  
Santa Luzia  
Santa Luzia  

Mas outro vate  
Bem inspirado  
Está fadado  
Para um belo dia  
Cantar com garbo  
Tuas grandezas  
Santa Luzia  
Santa Luzia  

Viva o fulgor  
De tanta glória  
Que a voz da história  
Sempre irradia  
Dos grandes feitos  
Do Berço Amado  
Santa Luzia  
Santa Luzia

A nova versão do Hino de Luziânia já está disponível para apreciação. Que essa releitura inspire ainda mais amor e orgulho pela cidade de Luziânia!

terça-feira, 4 de fevereiro de 2025

80 Vagas para Auxiliar de Linha de Produção: Fugini Contrata em Luziânia


A Fugini, empresa reconhecida no mercado, está com uma grande oportunidade para quem busca ingressar no mercado de trabalho. Estão abertas 80 vagas para Auxiliar de Linha de Produção, para ambos os sexos. A empresa não exige experiência prévia, o que torna essa uma excelente chance para quem deseja dar o primeiro passo na carreira profissional.

Requisitos:

  • Disponibilidade de horário: É fundamental que os candidatos tenham flexibilidade para atender às demandas da empresa.
  • Não é necessária experiência: A Fugini oferece a oportunidade para quem está começando, valorizando o comprometimento e a vontade de aprender.

Benefícios:

  • Salário a combinar: A remuneração será definida de acordo com a política da empresa.
  • Benefícios inclusos: Além do salário, a empresa oferece vantagens que complementam a renda e garantem mais qualidade de vida aos colaboradores.

Processo Seletivo:

Os interessados devem ficar atentos ao cronograma do processo seletivo:

  • Data: 05 de fevereiro
  • Horário: A partir das 08:00h
  • Local: Central de Vagas do SINE de Luziânia, localizada ao lado do Banco Itaú.

Documentação Necessária:

Para participar, é imprescindível levar os documentos pessoais, como RG, CPF e Carteira de Trabalho. A emissão da carta de encaminhamento será feita no local.

Não perca essa chance!

Essa é uma oportunidade única para quem busca uma colocação no mercado de trabalho, especialmente em uma empresa de renome como a Fugini. Prepare-se, organize seus documentos e não deixe de comparecer ao SINE de Luziânia no dia e horário indicados.

Para mais informações, acompanhe as redes sociais do SINE de Luziânia ou visite um dos pontos de atendimento.

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